Primeiro voltado para a área de food service, hackathon da Sapore traz soluções inovadoras para o segmento de alimentação

Um grupo formado por 20 desenvolvedores, programadores, designers e gerentes de projetos, todos entre 18 e 35 anos, se reuniu ao longo deste último sábado, 3, na sede da Sapore - primeira multinacional genuinamente brasileira de restaurantes corporativos - em Campinas, com um desafio pela frente: desenvolver projetos que promovessem soluções inovadoras para melhorar a experiência dos consumidores e trazer práticas cada vez melhores nos mais de 1.100 restaurantes corporativos espalhados pelo Brasil, México, Colômbia e Argentina.

Denominado como Hack n’ Food e feito em parceria com a MB Labs, o evento teve duração de cerca de dez horas, sendo metade delas voltadas para os cinco integrantes de cada um dos quatro grupos participantes do hackathon focarem no desenvolvimento da solução. Enquanto a MB Labs foi a responsável por trazer os competidores, coube aos profissionais das áreas de operação e TI da Sapore a mentoria e coordenação da ação. “Fiquei muito bem impressionado com as ideias e com o trabalho desenvolvido pelos 20 participantes do Hack n’ Food. A nova visão trazida por eles nos fez enxergar saídas que provavelmente sozinhos não teríamos” diz Daniel Mendez, presidente da Sapore.

 

Projetos - Foram desenvolvidas novas ferramentas tecnológicas como softwares e aplicativos. O projeto vencedor foi uma solução voltada para meios de pagamento. Os outros três grupos apresentaram para a comissão julgadora ideias relacionadas a pesquisa de satisfação nos restaurantes, ao programa de fidelização de clientes usuários e alimentação saudável. “O grande objetivo da ação era a promoção de um hackathon em que os competidores tivessem liberdade total para desenvolverem soluções inovadoras.  A intenção era aguçar a criatividade, sem barreiras, sem limites e sem bloqueios”, conta Renan Basso, diretor comercial do MB Labs.

Para definir o vencedor, a comissão julgadora, formada por profissionais da Sapore e da consultoria de gestão AGR, levou em consideração critérios como aderência e sinergia aos objetivos propostos, inovação, viabilidade técnica e financeira, qualidade técnica e simplicidade relacionada ao tempo de solução. “As quatro equipes interpretaram muito bem o que a Sapore precisava, além de terem mostrado conhecimento em TI suficiente para tornar possível a realização e implantação das soluções propostas”, completa Cecília Savastano, diretora de TI da Sapore.